Consumidor de energia ribeirãopretano paga pelo apagão no Amapá

Os custos associados a contratação de emergência de usinas termelétricas para repor a luz no Amapá serão cobertos por meio do Encargo de Serviços do Sistema, ESS, e estarão embutidos na conta de luz dos consumidores.

O custo extra aos usuários dependerá da quantidade de energia gerada, o tempo em que as usinas se manterão acionadas e o valor do combustível usado. Foi autorizado a contratação imediata de 40 MW com limite de até 150 MW.

De acordo com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, CCEE, esse encargo é pago para manter a confiabilidade e estabilidade na demanda por energia. No caso atual, o encargo extra ressarcirá as usinas pela geração elétrica adicional.

As medidas foram definidas por portaria publicada pelo Ministério de Minas e Energia, MMN, que reconhece "a necessidade de contratação, de forma célere, excepcional e temporária, de geração de energia elétrica no Município de Macapá, Estado do Amapá, por até 180 dias".

Um incêndio em uma subestação de energia elétrica interrompeu o fornecimento de luz à 13 dos 16 municípios do Amapá, sendo considerado um dos maiores apagões do país. Serviços como telefonia celular, internet, abastecimento de água, bancos e diversos estabelecimentos comerciais foram afetados pela falta de energia.